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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

É estar saturada disto e não estar



Eu pergunto-me tantas vezes se é mesmo esta a direcção que quero tomar, se estou no caminho certo para mim. E nunca encontro qualquer resposta, eu sou uma vazão imensa por dentro. Afinal aos dezoito ainda somos tão inocentes como aos quinze. Aos dezoito ainda buscamos as respostas às nossas questões mais que existenciais, ainda tentamos encontrar a pessoa que um dia seremos. E eu sou tão dual que isso se torna uma tarefa complicada. Preciso de encontrar um rumo, algo que saiba que vou perseguir e conquistar, faltam-me objectivos para cumprir. Estou demasiado desnorteada. E deslumbrada, muito deslumbrada. Isto são anos passageiros, mas são tão surreais que se torna difícil ser quem era e comportar-me como me estereotiparam. E depois encontro todos à minha volta a mudarem. Já não reconheço ninguém. A vida académica tem efeitos desconcertantes nas pessoas, incluindo em mim. A sério que preciso de um rumo, de alguém que me norteie. E finalmente reconheço que estou carente no meio de tanta e tanta gente espectacular que me rodeia. O que é perturbador.


Eu julgo que tenho tudo para ser feliz. Mas não o sou. Ora, é porque algo está errado. Mas o quê?

domingo, 4 de outubro de 2009

Saudade


Eu procurei um novo caminho, a mudança de tudo o que estava estabelecido.
Mas agora sinto falta de tudo o que em tempos julguei possuir.

sábado, 12 de setembro de 2009

Que tudo mudasse


A verdade é que as coisas nunca voltarão a ser o que eram. Por vezes, fazes-me falta. Outras vezes, és indiferente. Na realidade, em certos momentos, deixo de estar certa de ter já aprendido a viver sem ti. É esta dualidade que me afecta todos os dias, este sentimento ambíguo que ainda nutro por ti. Mas acredito que já falta muito pouco mesmo para seguir o meu caminho completamente sozinha, sem a tua sombra atrás.